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Programação » Sessão de Encontro com Autor

Código: P 096
Apresentação: Pôster
Área Técnica: Retina
Categoria / Classificação: Oftalmologia Clinica
Região onde foi realizada a pesquisa: Sudeste

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

CONEP:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
A TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA NA FOSSETA DE DISCO ÓPTICO

OBJETIVO:
Descrever os achados da tomografia de coerência óptica (OCT) em pacientes portadores de fosseta congênita de disco óptico.

MÉTODO:
Descrição dos achados ao exame de OCT de 9 olhos,de 9 pacientes do Instituto de Olhos do Hospital Universitário São José,portadores de fosseta congênita de disco óptico.O aparelho utilizado foi o OCT Heidelberg – Spectral Domain.

RESULTADOS:
A idade dos pacientes variou entre 15 e 60 anos (média 36,1), sendo 7 deles do sexo feminino e 2 do sexo masculino.Dentre os 9 olhos examinados,4 apresentavam descolamento seroso de retina associado a fosseta de disco óptico,e em 3 destes foi possível observar a existência de pertuito através da fosseta de disco,possibilitando comunicação com a cavidade vítrea.Em todos os pacientes foi visto tecido fibroso sobre a fosseta e em nenhum deles havia descolamento de vítreo posterior;a espessura da camada de fibras nervosas da retina estava diminuída na parede do canal óptico, na topografia da fosseta em 6 dos 9 pacientes.A acuidade visual com correção variou entre 20/20 e MM.

CONCLUSÕES:
Histologicamente,as fossetas de disco óptico são defeitos na lâmina crivosa.O OCT,que permite uma análise detalhada da anatomia da retina,configura uma importante ferramenta no estudo de diversas patologias,em especial aquelas cuja fisiopatologia ainda não é bem compreendida.As imagens analisadas nesse estudo mostram essas alterações estruturais na parede da fosseta,reforçando as teorias de que o vítreo liquefeito ou o líquido do espaço subaracnóideo podem se infiltrar através deste pertuito e ser a causa do descolamento seroso de retina observado.Na fosseta do disco óptico,a compreensão da origem e evolução do descolamento seroso secundário,cujo mecanismo ainda não foi bem determinado,é de suma importância para que se possa chegar a um tratamento eficaz e prevenir a perda visual nesses pacientes,em alguns casos bastante jovens.

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