• Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa
  • Imagem ilustrativa

Programação » Sessão de Encontro com Autor

Código: P 044
Apresentação: Pôster
Área Técnica: Geral
Categoria / Classificação: Educação em Saúde Ocular
Região onde foi realizada a pesquisa: Sudeste

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

CONEP:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
AUTO-PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS OFTALMOLÓGICOS AINDA EXISTE EM DROGARIAS DE JUIZ DE FORA – MG

OBJETIVO:
O objetivo deste estudo foi detectar e analisar a prescrição de medicamentos oftalmológicos por balconistas de drogarias.

MÉTODO:
Foram 47 drogarias selecionadas aleatoriamente, contatadas de acordo com o protocolo em um período de 3 meses. O protocolo consistiu em um dos autores ir a cada drogaria descrevendo sinais e sintomas de conjuntivite aguda, pedindo aconselhamento de medicamento para o tratamento de um familiar. A análise estatística dos dados foram feitas usando Chi-square para determinar a diferença de probabilidade no aconselhamento de tratamento sem prescrição médica entre drogarias das regiões central e periférica.

RESULTADOS:
Das 47 drogarias, 42,6% estão localizadas na região central e 57,4% na região periférica. 60% das drogarias da região central recomendaram medicações e 40% encaminharam ao serviço oftalmológico devido ausência de prescrição médica. Na região periférica 77,8% recomendaram medicações e 22,2% encaminharam ao serviço oftalmológico. A probabilidade do aconselhamento para o tratamento da conjuntivite aguda nas drogarias periféricas comparadas com as centrais é 2,3 vezes maiores. No entanto por causa do número limitado de drogarias pesquisadas não foi possível detectar uma diferença estatisticamente significante (95% IC: 0,65-8,34). Dos 33 casos tratados, indicou-se antibiótico tópico em 24,2%; antibiótico e anti-séptico em 15,2%; antibiótico e corticoide em 36,4%; antibiótico, anti-séptico e corticoide em 12,1%; e anti-séptico em 12,1%. Em nenhuma drogaria houve contato com o farmacêutico.

CONCLUSÕES:
Em 68,1% das drogarias pesquisadas, a medicação foi aconselhadas sem a presença do paciente, sem base científica, tomadas por profissionais sem qualificação ou autorização legal para fazê-lo. 87,9% dos medicamentos aconselhados foram antibióticos.
A probabilidade de aconselhamento de medicamentos foi independente da localização das drogarias.

Realização Realização - CBO
Organização/Comercialização Secretaria Executiva - ASSESSOR Secretaria Executiva - MAIS EVENTOS
Agência Oficial Agência de Viagens - Luck Viajens
Agência Web Agência Web - Inteligência Web