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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 178
Área Técnica: Retina

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
OCLUSÃO DA ARTÉRIA CENTRAL DA RETINA SECUNDÁRIA A EMBOLIZAÇÃO DE ANGIOFIBROMA NASAL JUVENIL

OBJETIVO:
Apresentar caso de complicação rara da embolização de angiofibroma nasal juvenil e enfatizar a importância do diagnóstico e conduta imediatos em determinados procedimentos intervencionistas.

RELADO DE CASO:
LFO, 26 anos, feminina, apresentando angiofibroma nasal juvenil recorrente, foi submetida a embolização do tumor via cateterização femoral. Antes de completar o procedimento, a paciente queixou-se de dor ocular, edema e perda súbita da visão do olho esquerdo. Foi encaminhada à ressonância nuclear magnética e à avaliação por oftalmologista. Foi atendida em nosso serviço após 4 dias sem percepção luminosa em olho acometido. À fundoscopia, apresentava retina pálida, hemorragias peridiscais, mácula em cereja e afinamento vascular.

CONCLUSÕES:
A oclusão da artéria central da retina (OACR) é um processo raro em que os pacientes queixam-se de uma perda visual indolor e súbita. Na fase aguda, a retina torna-se esbranquiçada exceto na fóvea, dando o aspecto de mácula em cereja devido à retina ser fina na região foveolar, permitindo a visualização da circulação coróidea.
Numerosas condições estão associadas à OACR da retina, sendo a hipertensão arterial sistêmica e o diabetes melitus as mais comuns. Ambas predispõem à embolia, assim como os procedimentos intervencionistas e estudos radiológicos. É provocada, geralmente, por êmbolos provenientes de depósitos ateroscleróticos das carótidas, constituídos por colesterol (placas de Hollenhorst), plaquetas e cálcio, sendo a primeira a forma mais comum.
A artéria central da retina é um vaso terminal, logo nestes casos a acuidade visual final normalmente é igual ou menor que conta dedos. Após 240 minutos ocorre total ou quase total atrofia do nervo óptico e da camada de fibras nervosas. Por estas razões preconiza-se investir em tratamento oftalmológico apenas se o paciente referir início da perda visual há menos de 24 horas.

Realização Realização - CBO
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