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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 080
Área Técnica: Neuroftalmologia

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
DRUSAS DE DISCO ÓPTICO BILATERAL EM PACIENTE COM NEUROMIELITE ÓPTICA

OBJETIVO:
Relatar um caso que objetiva estabelecer relação entre neuromielite óptica e drusas de disco óptico, destacando a presença de duas condições raras em um mesmo paciente. Além de, promover a interdisciplinaridade entre a neurologia e a oftalmologia.

RELADO DE CASO:
Paciente NCAC, feminina, 48 anos, branca, engenheira aposentada, natural do Rio de Janeiro, veio encaminhada pela neurologia com queixa de sensação de corpo estranho e irritação em ambos os olhos há duas semanas.
Pela neurologia, teve diagnóstico de doença desmielinizante há cerca de 20 anos e há 10 anos, teve confirmado quadro de neuromielite óptica, em uso de micofenolato de mofetila. Relatou vários episódios de neurite óptica e diplopia, sendo o último há cinco anos.
Ao exame oftalmológico, foi constatada ausência de percepção luminosa em OD e ausência de reflexo fotomotor direto. A acuidade visual em OE foi de 20/20 com refração plana. À biomicroscopia, apenas algumas concreções de cálcio subconjuntivais em OE. À fundoscopia sob midríase, foi observada atrofia do disco óptico direito e, em OE, disco óptico trófico com bordos mal definidos, elevação dos vasos do disco e pólo posterior normal. No exame de campo visual central computadorizado apresentava escotomas isolados em quadrantes nasais e temporal superior e na ultrassonografia modo B com baixo ganho observava –se hiperecogenicidade na topografia do disco óptico .
A hipótese diagnóstica foi de drusas de disco óptico em OE com conseqüente defeito de campo visual. A conduta foi acompanhamento anual com fundo de olho e campo visual.

CONCLUSÕES:
A perda de campo visual e as alterações do fundo de olho poderiam levar ao raciocínio de nova crise de neuromielite óptica. Entretanto, esses achados oftalmológicos caracterizam alterações crônicas típicas de drusas de nervo óptico. Assim se conclui, que a paciente permanece com bom controle medicamentoso da doença de base.

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