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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 214
Área Técnica: Uveites / AIDS

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
IATROGENIA: TUBERCULOSE MILIAR EM PACIENTE COM DOENÇA DE BEHÇET

OBJETIVO:
Relatar complicação infecciosa grave após terapia com agente biológico em paciente com Doença de Behçet (DB)

RELADO DE CASO:
A.C.S, sexo feminino, 34 anos, admitida pela Clínica Médica da Santa Casa de Belo Horizonte há 1 mês com quadro de febre, adinamia, tosse seca e dispnéia de 9 dias de evolução. Paciente com história pregressa de DB diagnosticada há 7 anos (em acompanhamento na Unidade de Uveíte da Clínica de Olhos do mesmo serviço), refratária ao tratamento com imunossupressores, tendo sido iniciado Infliximab (inibidor do TNF α) 3 meses antes do início do quadro. Ao exame físico apresentava-se prostrada, hipocorada, com redução do murmúrio vesicular em bases e crepitações expiratórias. Radiografia (RX) de tórax com lesões micronodulares difusas e derrame pleural em base pulmonar direita. Teste tuberculínico (TT) com PPD (derivados proteicos purificados) de 21 mm. Realizada broncoscopia, cultura do material e iniciado tratamento de tuberculose (TB) miliar com esquema RIPE. A paciente permanece internada sem sinais de uveíte e em uso de Prednisona 10 mg/dia para controle do quadro ocular

CONCLUSÕES:
Até o momento não existem estudos randomizados que comparem a eficácia das diferentes drogas no tratamento da DB. Estudos observacionais mostram bons resultados com uso do Infliximab em casos refratários, embora seu uso esteja associado ao aumento das chances de complicações infecciosas graves e até mesmo o óbito . Em virtude da alta prevalência de TB em nosso meio, o Infliximab deve ser usado com cautela, sendo recomendada a investigação prévia da doença e o monitoramento contínuo. O alto custo dessa droga, seu uso restrito ao ambiente hospitalar e o risco de infecções permanecem como fatores limitantes à ampla utilização no tratamento da DB. Deve-se, portanto, optar sempre pelo acompanhamento multidisciplinar no manejo da DB à fim de avaliar riscos e benefícios do tratamento proposto

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