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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 208
Área Técnica: Uveites / AIDS

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
“SÍNDROME DE VOGT-KOYANAGI-HARADA: 3 RETALOS DE CASO”

OBJETIVO:
Relatar três casos de pacientes com diagnóstico de Vogt-Koyanagi-Harada,tratamento e evolução. Discutir os casos com base na literatura médica.

RELADO DE CASO:
1- MGBS, 34 anos, sexo feminino, atendida referindo BAV, cefaleia, hipoacusia. Exame: AV (CD à 3 m AO ), BIO ( flare, nódulos irianos e celularidade vítrea AO). FO: DR seroso em AO. Sem antecedentes mórbidos. Diagnosticada como Síndrome de VKH incompleta. Realizado pulsoterapia de Metilprednisolona 1g/dia por 3 dias, associando após ao tratamento Prednisona 60mg/dia com Azatioprina 150 mg/dia. Paciente evoluiu bem com AV (20/20 AO). 2- EFA, 35 anos, sexo feminino, atendida com queixa de hiperemia ocular, BAV e cefaleia. Exame: AV (MM em AO), BIO (hiperemia conjuntival; flare ; sinéquias anteriores) e FO (DR seroso e papiledema). Sem antecedentes mórbidos. Diagnosticada como VKH incompleto. Iniciado tratamento com pulsoterapia (Metilpredinisolona 1g/dia), associado após a Prednisona 60mg/dia, evoluiu bem com a AV chegando a 20/40, meses após a paciente apresentou reincidência da doença com BAV súbita (CD à 75 cm AO). Exame: flare e DR seroso em AO. Realizado pulsoterapia, associando após Prednisona 80mg/dia com Ciclosporina 200 mg/dia. Paciente apresentou melhora da AV (20/40 AO). Atualmente está na fase crônica da doença . 3-MCS 29 anos, sexo feminino, atendida com queixa de hiperemia ocular e BAV há 01semana. Exame: AV (20/40 AO), BIO (hiperemia conjuntival severa, flare em câmara anterior), FO mostrou hiperemia papilar AO, e DR seroso AO. Diagnosticada como VKH provável. Iniciado tratamento com Prednisona 100mg/ dia e Dexametasona colírio Evoluiu bem e com melhora progressiva das queixas.

CONCLUSÕES:
A VKH é uma síndrome de difícil diagnóstico e é importante ter uma avaliação multidisciplinar. Consensos são fundamentais para que sejam estabelecidos critérios diagnósticos. -É importante realizar um diagnóstico precoce para que haja um melhor prognóstico visual.

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