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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 083
Área Técnica: Neuroftalmologia

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
HIPERTENSÃO INTRACRANIANA SECUNDÁRIA AO USO DE MINOCICLINA

OBJETIVO:
Relatar um caso de hipertensão intracraniana, secundário ao uso de minociclina para tratamento dermatolológico.

RELADO DE CASO:
AVM, 15 anos, feminino, iniciou uso de minociclina na dose de 100mg/d há 45 dias para tratamento de acne. Há 10 dias a dose foi aumentada para 200mg/d. Há 7 dias paciente referiu quadro de cefaleia e diplopia.
Ao exame oftalmológico apresentava acuidade visual de 20/25 e 20/30 com a melhor correção, percepção de cores normal, avaliada pelo HRR e reflexos pupilares sem alterações. À MOE foi observado desvio convergente de 18 DP e hipofunção do RL de OD.
Biomicroscopia anterior sem alterações em ambos os olhos. Ao mapeamento de retina, foi observado, em ambos os olhos, edema de papila moderado, dobras na MLI, mais acentuada em olho esquerdo e ingurgitamento vascular, sem outras alterações.
Realizada punção liquórica com manometria, ressonância magnética de crânio e angiorressonância cerebral venosa, e exames laboratoriais de sangue. Todos os exames apresentaram resultados dentro da normalidade, exceto pelo aumento da pressão de abertura do líquor, igual a 45 cmH2O.
Foi iniciado tratamento com acetazolamida e orientada a suspensão da minociclina, com melhora do quadro clínico. Após 13 dias a paciente se apresentava em ortotropia com borramento leve da papila às 6 horas em OD e sem borramento em OE. Iniciada a regressão da acetazolamida. Após 30 dias, sem alterações ao exame neurooftalmológico.

CONCLUSÕES:
A hipertensão intracraniana é um importante diagnóstico a ser considerado em pacientes que apresentam cefaleia associadas ou não a distúrbios visuais, durante o tratamento com tetraciclina e derivados , principalmente em crianças e adolescentes. A avaliação por neuroimagem e punção lombar, além da suspensão dos medicamentos envolvidos deve ser imediata assim que haja a suspeita do diagnóstico. O sucesso do tratamento depende do diagnóstico precoce e do acompanhamento clínico adequado.

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