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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 098
Área Técnica: Neuroftalmologia

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
SÍNDROME DO PSEUDOTUMOR CEREBRAL SECUNDÁRIO A CISTO DERMÓIDE CRANIANO NA REGIÃO DA TORCULA

OBJETIVO:
Papiledema, obscurecimentos transitórios da visão e alterações campimétricas são sinais oftalmológicos de hipertensão intracraniana crônica presentes na síndrome do pseudotumor cerebral (SPC). A SPC é mais comumente idiopática. Entretanto, pode também ser secundária a obstrução ou dificuldade de drenagem no sistema venoso cerebral. O objetivo é relatar um caso de SPC secundário à estenose do sistema venoso cerebral decorrente de um cisto dermóide.

RELADO DE CASO:
Paciente de 43 anos, masculino, procurou neurologista com queixa de cefaleia holocraniana latejante, obscurecimento transitório da visão e mancha central na visão do OE. Ao exame, apresentava papiledema bilateral e defeito aferente relativo discreto em OD. Sob a hipótese de neurite óptica, foi encaminhado para serviço de oftalmologia, onde foi realizada tomografia de crânio, que evidenciou apenas a presença de cisto epidermóide occipital. À coleta de liquor observou-se pressão de abertura elevada. Neste momento estabeleceu-se a hipótese de SPC. A campimetria computadorizada revelou defeito nasal inferior e aumento da mancha cega bilateral. Por fim, a angioressonãncia de crânio permitiu esclarecer a compressão da tórcula e afilamento de seios venosos transversos pelo tumor. Conclui-se, pois, tratar-se de um raro caso de SPC secundário a estenose de seios venosos por cisto epidermóide occipital. Foi submetido a ressecção completa do cisto. O exame oftalmológico, dez dias após o tratamento, mostrou o paciente com melhora parcial da acuidade visual e do papiledema. Três meses após, apresentou remissão do papiledema bilateral, com a persistência apenas de defeito nasal em campo visual de OE.

CONCLUSÕES:
Não apenas obstrução, mas também estenose de seios venosos por tumores pode ser causa de pseudotumor cerebral. O diagnóstico e o tratamento precoces desta condição insidiosa e nada óbvia podem prevenir perda visual grave.

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