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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 090
Área Técnica: Neuroftalmologia

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
OFTALMOPLEGIA INTERNUCLEAR EM ESCLEROSE MÚLTIPLA

OBJETIVO:
Descrever caso do ambulatório de Oftalmologia do HUPAA/UFAL, mediante avaliação do paciente, respaldando-se no prontuário e revisão da literatura.

RELADO DE CASO:
Trata-se de paciente jovem com ataxia, decomposição de movimentos, disartria, parestesia, nistagmo e diplopia progressiva.
Ao exame oftalmológico: boa acuidade visual com correção (20/25 e 20/30).Tonometria de aplanação de 10/10 mmHg. Reflexos pupilares, biomicroscopia e fundoscopia sem alterações.
Evidenciou-se Oftalmoplegia Internuclear (OIN) bilateral, com deficiência na adução ocular e nistagmo de abdução. Apresentando-se clinicamente com um movimento ocular decomposto.
Na RNM de crânio evidenciaram-se lesões desmielinizantes, hiperintensas, difusas, periventriculares e em tronco cerebral.
Diante do exposto e da coincidência clínica, fez-se o diagnóstico de Esclerose Múltipla (EM).
Como terapêutica, foi indicado anticorpo monoclonal (natalizumabe), sob orientação do Serviço de Neurologia do HUPAA/UFAL.

CONCLUSÕES:
A EM é uma doença desmielinizante, inflamatória, crônica, primária do SNC, idiopática, na qual a mielina é alvo de um processo auto-imune, com conseqüente perda da função neurológica.
Apresenta diversas manifestações clínicas como diminuição das funções motora, sensitiva, cerebelar, cognitiva, urogenital e comumente abre-se o quadro com déficit visual. Podem-se intercalar períodos de exacerbação e remissão.
Os achados oculares incluem neurite óptica, retinites, vasculites periféricas, pars planitis e anormalidades na motilidade ocular que se manifestam com diplopia, nistagmo e OIN.
Defeitos de campo visual são variados e o diagnóstico inicial da doença pode ser clínico, embora exames subsidiários como RNM, análise do líquor e estudos do potencial evocado sejam úteis para sua confirmação.
Constitui-se, portanto, em um importante diagnóstico diferencial em pacientes com déficit visual e portadores de doenças desmielinizantes.

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