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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 210
Área Técnica: Uveites / AIDS

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
DOENÇA DE VOGT – KOYANAGI-HARADA: RELATO DE CASO

OBJETIVO:
Relatar o caso de Vogt Koyanagi Harada (VKH) com apresentação inicial de descolamento seroso (DR) apenas central e com ausência de pródromos neurológicos e auditivos.

RELADO DE CASO:
Paciente feminina, 38 anos, apresentou baixa da acuidade visual (AV) súbita bilateral, com história pregressa não significativa. Ao exame oftalmológico, AVs/c de 20/200 em AO, tonometria 15 mmHg AO, biomicroscopia sem alterações e na fundoscopia observava-se alterações hipopigmentares na região macular com descolamento focal da retina em AO. Apesar de não haver relato de sinais prodrômicos e sinais inflamatórios oculares ao primeiro exame oftalmológico, a hipótese de VKH foi aventada e exames complementares solicitados. A angiografia com fluoresceína revelou a presença de descolamento seroso macular com múltiplos pontos de vazamento em AO. Ao exame de ecografia ocular notou-se espessamento da coróide. As doenças infecciosas foram descartadas. A punção lombar revelou a presença de pleocitose no líquor, corroborando o diagnóstico de doença incompleta de VKH. O tratamento realizado foi através de pulsoterapia e em uma semana a paciente já apresentava acuidade visual de 20/30 em AO.

CONCLUSÕES:
Vogt –Koyanagi- Harada é uma doença sistêmica autoimune que desencadeia uma uveíte difusa granulomatosa bilateral que pode ser acompanhada de manifestações extraoculares, sendo estas de grande auxílio no diagnóstico da doença. Contudo, é importante ressaltar que esses achados não estão sempre presentes e a hipótese de VKH deve ser considerada em casos de DR seroso bilateral. O achado ocular mais característico da doença de VKH é o descolamento de retina exsudativo multifocal, o que difere do perante caso. O diagnóstico é baseado na apresentação clínica, angiográfica e análise de líquor. O tratamento é realizado com a administração de corticóides sistêmico e em muitos casos é necessário também o uso de medicamentos imunossupressores para controle da doença a longo prazo.

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