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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 229
Área Técnica: Uveites / AIDS

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
UVEITE CAUSADA POR TUBERCULOSE EM PACIENTE HIV NEGATIVO

OBJETIVO:
O diagnóstico diferencial dentre as uveítes não-infecciosas e infecciosas é muito difícil (impossibilidade de abordagem diagnóstica), sugerindo a etiologia tuberculosa geralmente por exclusão. As queixas mais comuns são vermelhidão ocular, sensação de corpo estranho e baixa acuidade visual. Este relato serve de alerta para os oftalmologistas encaminharem para o infectologista e pneumologista para melhor elucidação diagnóstica de um caso de uveite crônica para que ocorra a melhora definitiva e recuperação visual com tratamento adequado.

RELADO DE CASO:
Paciente policial militar, 46 anos, usando claril para dor ocular e vermelhidão crônica com acuidade visual de 20/60 há 03 meses, com várias consultas oftalmológicas anteriores. Ao exame apresentava vitreite 2+4+ e catarata 1+4+ sendo solicitado Hemograma com VSH e observado plaquetopenia e VSH elevado. Encaminhado para infectologista que obteve exames normais para diversas doenças (Sífilis, leptospirose, HIV, citomegalovírus, dentre outras). Esta encaminhou para pneumologista mesmo o paciente sem queixa de tosse ou febre vespertina com raio-x normal que realizou PPD e observou a presença de flictênulas ao redor do local de reação e apesar de não forte reator, mas pela sua ampla experiência profissional em TB, sugeriu teste terapêutico para TB por 03 meses, em concordância com o paciente e a Oftalmologia, e no seguimento o paciente melhorou da acuidade visual, da vermelhidão ocular, e surgiu lesões pulmonares no Raio-X, completando o tratamento para 09 meses e a enorme satisfação do paciente por ter obtido a descoberta e cura de sua doença ocular.

CONCLUSÕES:
É importante a avaliação de um infectologista e um pneumologista para um tratamento adequado em casos crônicos de uveite em pacientes independente do nível socio-economico para um diagnóstico e tratamento adequado tanto sistemico como ocular, pois a primeira manifestação de uma doença sistemica pode ser no olho.

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