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Programação » Relatos de Caso (Poster)

Código: RC 165
Área Técnica: Retina

INSTITUIÇÃO ONDE FOI REALIZADO O TRABALHO:

AUTOR PRINCIPAL:

CO-AUTOR(ES):

TÍTULO:
DOENÇA DE STARGADT SEM FLECKS: UM RELATO DE CASO

OBJETIVO:
Relatar um caso de doença de Stargardt em uma criança que foi encaminhada para o nosso serviço devido a baixa acuidade visual progressiva bilateral a esclarecer.

RELADO DE CASO:
Paciente do sexo feminino, 8 anos, com relato de BAV e baixo rendimento escolar. Após 1 ano de investigação oftalmológica sem sucesso, foi encaminhada em 2013 ao nosso serviço com solicitação de angiografia. A acuidade visual corrigida à admissão era no olho direito: +0,75 20/400 e no olho esquerdo: +0,75 20/400. Apresentou à fundoscopia hiperpigmentação foveal. À AFG observou-se a presença de silêncio coroideano e maculopatia em alvo sugerindo como diagnóstico mais provável a Doença de Stargardt. Foi solicitada OCT que demonstrou diminuição da espessura geral da retina associada à alteração do epitélio pigmentar da retina com rarefação da camada de fotorreceptores em ambos os olhos.O eletrorretinograma fotópico foi subnormal e o escotópico normal.

CONCLUSÕES:
Embora a doença de Stargardt seja a distrofia macular hereditária mais comum na infância – com uma prevalência aproximada de 1:10000 e cerca de 18000 portadores no Brasil entre 10 e 14 anos segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, é importante estar atento para o diagnóstico precoce uma vez que o prognóstico visual é ruim e a baixa visual pode ser desproporcional às alterações fundoscópicas. Com o caso, notamos que muitos oftalmologistas desconhecem a doença, sendo por isto, importante divulgá-la. Ressalta-se também, que em alguns casos, os flecks retinianos podem estar ausentes, dificultando o diagnóstico. Quanto mais precoce o diagnóstico e acompanhamento, mais fácil será a adaptação do paciente a sua nova realidade. Ainda não há tratamento disponível para esta condição. O encaminhamento para a visão subnormal costuma ser de grande ajuda para estes pacientes. Considera-se prudente também orientar estes pacientes sobre proteção contra luz solar a fim de retardar a doença.

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